Terça-feira, 10 de Junho de 2008

Fim do ano

Chegámos assim ao final do ano.

Fizemos a nossa apresentação mas infelizmente só estavam professores presentes, os unicos alunos eramos nós! Mas foi bom ouvir os resultados deste longo ano de trabalho!

Agora só esperamos que alguém possa continuar a cuidar da ribeira e a tentar concretizar alguns projectos.

Não é um adeus mas um até qualquer dia!!

Beijocas da Ana Filipa Vaz, da Joana Gomes e da Vera Patrício

(o grupo do Projecto de Adopção da Ribeira de Talaíde)

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Propostas para a Ribeira de Talaíde - por colegas do PART

Pedimos às nossas colegas que trabalham no PART que escrevessem um texto que identificasse os principais problemas da Ribeira de Talaíde e que mostrasse as soluções propostas para esta zona da freguesia. Isto foi pedido às nossas colegas pois elas estão a trabalhar em pormenor nesta zona da Ribeira logo têm mais conhecimento sobre o assunto.

 

Elas escreveram um texto muito completo que vamos aqui postar:


"Introdução:


Após várias visitas à ribeira, identificámos os principais problemas da área:

 

  • A poluição (sacos de plástico, garrafas, latas, etc) existente nas margens e leito da Ribeira: Pensamos que este problema será minorado assim que a zona envolvente for melhorada, já que a população passará a usufruir mais do lugar, vendo-o como um local a preservar e manter limpo.
  •  

  • A falta de uma ponte permanente para peões no jardim: embora no local exista uma ponte provisória, feita por alguém da localidade, esta não oferece segurança aos utentes, para além de que, nos dias mais chuvosos, se torna impossível passar por ela.
  • Zonas Degradadas: Existem várias zonas degradadas ou subaproveitadas ao longo da ribeira: mais a jusante, mesmo à beira da estrada, existe uma casa que se encontra abandonada e degradada, praticamente no centro de Talaíde; a zona da margem direita do jardim que é actualmente um descampado; a zona mais a montante (após o jardim) onde se encontram as hortas, mas que se encontra, também, com detritos;

A par com estes problemas surgem também as várias potencialidades da zona:

 

O Jardim: Já no ano anterior (2007) tinha sido iniciada a construção de uma parte ajardinada na margem da Ribeira. Actualmente possui já bancos, papeleiras e um parque infantil, para além do ringue, e é usado frequentemente pela população como espaço de lazer.

  • As Hortas: Embora sejam também responsáveis por parte da poluição e degradação, pensamos que são uma mais valia, já que são uma forma da população usufruir da ribeira, estando em estreito contacto com ela.
  • O moinho: Praticamente no limite a montante do nosso troço encontra-se um moinho abandonado e que já não funciona. No entanto poderia ser novamente restaurado e a sua água usada nas hortas ou, se fosse possível implementar algo semelhante perto do jardim, usar a água para a sua rega.

Tendo em conta estes factores, a nossa proposta ia no sentido de dividir a zona considerada em três partes: uma zona ajardinada, uma zona que preserve o ecossistema ripícola natural e uma zona de hortas.

 

Jardim:


Como já referimos, esta tem sido a zona que tem sido construída ao longo dos últimos dois anos. É uma zona de grande importância para a população que assim pode ter um espaço ao ar livre para o lazer, combatendo não só o stress como o estilo de vida sedentário. É no entanto importante tentar manter um equilíbrio entre o ecossistema da ribeira e as actividades desenvolvidas perto e ao longo dela.

Tendo isto em conta, é necessário um especial cuidado com a flora introduzida nesta área. O ideal seria optar por espécies autóctones, que não só são mais resistentes, como também proporcionam abrigo e alimentos aos animais ali existentes. Por outro lado, e como é praticamente impossível ter um jardim sem relva, espécie que gasta muita água, era interessante tentar aproveitar a água da própria Ribeira para a rega (como aliás já se faz nas hortas).

Quanto a equipamentos, pensamos que seria interessante dotar o jardim de um pequeno circuito de manutenção, de forma a incentivar a prática de exercício físico. Outro equipamento essencial é também uma ponte fixa que permita a passagem entre as duas margens. E, porque não, tirando o máximo de partido da ponte, aumentar a parte ajardinada também para a outra margem, envolvendo completamente a ribeira nesse jardim.

 

Zona Verde:

 

O objectivo para esta zona seria mantê-la o mais natural possível, de modo a preservar a flora natural da ribeira e de modo a que os animais pudessem ter ume spaço mais calmo para se abrigar e alimentar. Esta zona teria também uma vertente pedagógica, já que permitiria à população contactar mais de perto com um ecossistema natural. Esta zona teria primeiro que ser intervencionada, delimitando-a e eliminando-se ao máximo as espécies invasoras (na maior parte as canas). Após esta intervenção esta zona exigiria poucos cuidados, já que o ideal é que o ecossistema se desenvolva sem a intervenção humana. Para que a população pudesse também usufruir desta zona seria importante fazer um caminho dentro dela acompanhada por placas explicativas e identificadoras de várias espécies.

 

Zona de Hortas:


Como já dissemos anteriormente, pensamos que uma parte das margens da ribeira devia ser dedicada à "agricultura urbana", não só porque é já essa a sua ocupação actual como também porque traz vários benefícios à população. Para alguns esta é uma actividade lúdica e que permite continuar a ter algum contacto com o meio "rural", enquanto que para famílias mais desfavorecidas as hortas são uma fonte de alimentos e de rendimentos.

Pensamos que seria importante aproveitar o antigo moinho e recuperá-lo para que os agricultores pudessem mais facilmente obter água da ribeira, assim como fornecer outros apoios necessários para a construção de cercas e casas de abrigo, de modo a minorar o aspecto degradado. Isto não só melhoraria a actividade dos agricultores como os responsabilizava por manter o seu espaço limpo e cuidado, contribuindo para uma menor poluição da ribeira.

 

Conclusão:

 

Uma vez que todas estas actividades giram em torno da ribeira é óbvio que a qualidade da sua água é um factor essencial para o bem estar da população, já que pode ser um foco de doenças. Por isso seria necessário analisar com regularidade os vários parametros físico-quimicos e também fazer algum tpo de monotorização do troço de modo a garantir que não há abusos por parte de ninguém e que os habitantes da Ribeira são respeitados."

 

 

Foi esta a reflexão que as nossas colegas fizeram mostrando o que se pode fazer pelo bem-estar da natureza e da população.

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por Ecopolis10 às 14:47

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

As Ribeiras na Sic

No passado dia 7 de Maio as ribeiras do Concelho de Oeiras foram noticia na sic!

Foi feita uma reportagem sobre o trabalho de biomonitorização que tem sido desenvolvido no concelho e do qual muito nos orgulhamos e de onde tiramos inspiração para o nosso projecto.

Não deixem de a ver e ler!



Video:

http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId=%7bFC6CFED9-364C-4FE3-9791-C4C49895F181%7d


on-line: 

 http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/terraalerta/Artigos/biomonitorizacaoribeiras.htm

 

Blog: Tema “Defesa das ribeiras”

http://sic.aeiou.pt/online/blogs/terraalerta/


 

Ps_ olho atento porque na reportagem aparece o Dr. Domingos Leitão, que nos tem ajudado muito no nosso trabalho!

 

 

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publicado por Ecopolis10 às 14:28

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Mapa do espaço envolvente da Ribeira de Talaíde


Aqui fica o projecto em que temos estado a trabalhar!
(De cima para baixo:)
E_ O moinho que gostávamos de recuperar para fornecer água às hortas
A verde claro_ zonas de hortas
A verde escuro_zona natural com um passeio para as pessoas poderem apreciar o ecossistema ripicola sem o perturbarem demasiado
A castanho claro_ o jardim com um espaço para as crianças e para fazer exercício
A preto_ as pontes pedestres
B_ringue (já existente)
A_parque infantil (já existente)
D- casa degradada que queríamos ver arranjadinha
C- fonte

A partir deste esquema vamos também tentar fazer uma parte da maquete para se perceber melhor como gostariamos de ver esta área.

Queremos sugestões!

Até ao proximo post !
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publicado por Ecopolis10 às 14:34

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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Novas pesquisas!

Continuamos a tentar recolher algumas informações sobre quais serão as melhores propostas para as margens da Ribeira e qual a melhor maneira de as implementar.

Entretanto sugerimos que visitem os seguintes sites:

http://www.cm-oeiras.pt/default.aspx?Conteudo=Conteudo/Areas_Conteudo.ascx&idObjAreas=86&MenuAreas=mno1_86&idClsIdentidade=17

No site da Câmara de Oeiras estão algumas informações importantes sobre os Corredores Verdes e a Recuperação das Linhas de àgua que nos vão servir de inspiração!

E também:

http://www1.ci.uc.pt/invasoras/index.php?menu=114&language=pt&tabela=especies

Onde se encontra uma lista das plantas invasoras de Portugal. Nas próximas monitorizações vamos estar estar atentas para vermos se existem algumas aqui.

Bom feriado!

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publicado por Ecopolis10 às 12:29

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Hortas Urbanas

Como já dissemos, queriamos que uma parte das margens da ribeira fosse dedicada a hortas, não só porque é já essa a sua ocupação agora como pensamos que podem vir daí vários beneficios.

 

Fizemos assim uma pequena pesquisa sobre a agricultura urbana:

 

  • Em que espaços se faz?

Quintais, terraços, pátios, espaços ajardinados comuns e espaços publicos não ocupados.

 

  • Quem a pratica e com que fins?

Há dois tipos de "agricultores urbanos": os mais abastados fazem-no numa prespectiva lúdica, senvindo assim para diminuir o stress e também para não perder o contacto com o meio "rural"; para as familias mais desvavorecidas, as suas hortas são uma fonte de alimentos e rendimentos.

 

  • Quais os beneficios?

Há beneficios nas áreas ambientais, de planeamento urbano, estabilidade socio-economica, e biodiversidade (devido á multiplicidade de opçoes de cultura e á micro escala de produção)

 

  • Quais os riscos?

Os maiores riscos vêm da contaminação das produções quer por metais pessados ou pesticidas, etc, ou contaminações de microorganismos. Neste campo a qualidade da água usada nas hortas é fundamental!

 

  • Onde se pratica actualmente?

Em várias cidades tais como São Pertersburgo, Londres, Holanda e em Banako,  no Mali.

 

 

 

 

Estas informaçoes e outras podem ser encontradas na FAO, UNDP e na associação mó de vida.

 

Comentem!

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publicado por Ecopolis10 às 11:36

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Propostas para a zona envolvente

Agora que já exploramos um pouco a ribeira e as suas margens, estamos  a começar a pensar como gostariamos de ver a área envolvente da Ribeira de Talaíde e decidimos que idealmente deviamos ter três área diferentes.

  • parque urbano (a parte ajardinada já existente)
  • uma área que preservasse a fauna e flora naturais da ribeira
  • uma área de hortas

Embora o espaço não seja assim tão grande achamos que é possivel que estas três partes convivam juntas. Vamos agora fazer algumas pesquisas sobre cada uma delas e no final elaboraremos um mapa com os detalhes.

 

Comentem! 

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publicado por Ecopolis10 às 11:34

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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

O blog do Projecto Rios

O projecto Rios já tem um blog...

Podemos encontrar, por lá mais pessoas empenhadas neste projecto!!

Vamos todos cuscar!?

http://projectorios.blogspot.com

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publicado por Ecopolis10 às 12:19

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O Jardim da Ribeira

Já não vos dizemos nada sobre a ribeira há algum tempo, por isso, vimos dar-vos duas grandes notícias.

Devido às chuvas em Dezembro, a ponte que permitia atravessar a ribeira de uma margem para a outra, facilitando o acesso à parte de baixo de Talaíde, caiu. De facto não é nada agradável, mas a boa noticia é que já construíram uma nova ponte. Não quer dizer que seja das melhores, mas pelo menos é “nova”.

Temos algumas fotografias, para vos mostrar a nova ponte:

 

 

 

A outra boa noticia é que o jardim está a evoluir muito bem e está a ficar muito giro. O parque infantil está acabado e já há banquinhos para podermos passar lá uma bela tarde de sol sentados a apreciar o canto dos passarinhos e o som da água da ribeira.

Ah! E já há caixotes do lixo. Infelizmente ainda não estão lá os ecopontos, mas temos esperança que já não demore muito tempo.

 

 

 

Agora já só falta colocar lá uma ponte melhorzita (com o tempo chegará) e construir um jardinzito também na outra margem.

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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

2ª monitorização à ribeira de Talaíde

Objectivos:

 

No dia 14 de Fevereiro de 2008, o grupo do PART (Ana Filipa, Joana Gomes e Vera Patrício) voltou  à Ribeira de Talaíde, acompanhadas pela professora Susana Bulcão.

Continuando a monitorização anterior, esta segunda visita tinha como objectivos reconhecer o troço a adoptar e voltar a fazer algumas medições e observações em parte do troço já percorrido para ver se havia grandes mudanças.

 

As hortas

Conclusões:

 

Notámos com agrado que a pequena parte jardinada continua a evoluir e já está a ser construida lá uma parque infantil. Esperemos que não se esqueçam dos caixotes do lixo!

Quanto á ribeira verificamos que mantêm as mesmas caracteristicas fisicas (água limpida, sem cheiros, estreita, com vertentes bastante acentuadas) que no troço anteriormente visitado (para jusante).

Mas ao contrário do troço anterior, aqui já se pratica a agricultura.

No nosso ponto de vista esta utilização não é negativa em si, já que se trata de aproveitar os recursos naturais da zona, usufruir da ribeira, o que é negativo é a forma anárquica como é feita. Ao serem usados desperdícios, por exemplo,na construção das cercas perde-se a noção do que é lixo de facto e do que poderá estar a ser reutilizado. Este é um ponto difícil de melhorar já que por um lado achamos que se deve preservar o direito das pessoas da localidade de usufruírem da ribeira, mas por outro há que mantê-la limpa e preservar o seu ecossistema.

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publicado por Ecopolis10 às 12:53

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